Arquivo mensais:julho 2013

Cristo Crucificado

capa Cristo crucificado RyleTratado escrito na metade do século XIX

Pelo 1º Bispo da Diocese Anglicana de Liverpool

Por J.C. Ryle

Quando era reitor em Helmingham, Suffolk.

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LEITOR,

Não há doutrina no cristianismo tão importante quanto a doutrina do Cristo crucificado. Não há nenhuma que o diabo tente tão avidamente destruir. Não há nenhuma tão necessária à nossa própria paz para entendermos.

Por “Cristo Crucificado”, refiro-me à doutrina de que Cristo sofreu a morte na cruz para reparar-nos de nossos pecados; que por Sua morte, Ele cumpriu a mais plena, perfeita e completa satisfação de Deus para com os descrentes; e, através dos méritos dessa morte, todos os que acreditaram nEle foram perdoados de todos os seus pecados, mesmo sendo estes muitos e grandes, foram inteiramente perdoados e para sempre.

Sobre essa doutrina sagrada, deixe-me discorrer algumas palavras.

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Calvário!

Capa Calvário Ryle

Tratado escrito na metade do século XIX

Pelo 1º Bispo da Diocese Anglicana de Liverpool

Por Jonh Charles Ryle

Quando era reitor em Helmingham, Suffolk.

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Caro Leitor,

Você provavelmente sabe que o Calvário foi um lugar próximo a Jerusalém, onde o Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, foi crucificado. Fora isso, não sabemos mais nada sobre o Calvário. Eu chamo esse tratado de “Calvário”, porque lhe falarei sobre o sofrimento e a crucificação de Cristo.

Eu tenho medo que tamanha ignorância prevaleça sobre as pessoas no tocante ao sofrimento de Jesus Cristo. Suspeito que muitos não vêem nenhuma glória peculiar nem beleza na história da crucificação, pelo contrário: eles acham doloroso, humilhante e degradante. Eles não vêem grande ganho na história da morte de Cristo e de seus sofrimentos: eles preferem olhar para isso como algo desprazeroso.

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Você Crê?

Sem títuloTratado escrito por

John Charles Ryle

Clérigo e Bispo na Igreja da Inglaterra

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“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho Unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3: 16).

Leitor,

Observe esse versículo tão conhecido e que encabeça essa página. Suas palavras são provavelmente familiares aos seus ouvidos. Você provavelmente as escutou, leu ou as citou centenas de vezes, mas você já se deu conta da vasta quantidade de teologia contida nele? Não foi à toa que Lutero o apelidou de “a Bíblia em miniatura”! Você percebeu a séria pergunta que se levanta desse texto? O Senhor Jesus diz “todo aquele que nele crê, não pereça”. Contudo, leitor, você crê?

Perguntas sobre religião são pouco populares. Elas amedrontam as pessoas, obrigam-nas a olhar mais adiante e a pensar. O negociante falido não gosta que vasculhem seus livros contábeis. O administrador infiel não gosta que suas contas sejam analisadas. E o cristão descrente não gosta que façam perguntas sobre sua alma.

Não obstante, perguntas sobre religião são muito úteis. O Senhor Jesus Cristo fez muitas perguntas durante seu ministério na terra. Os servos de Cristo não devem se envergonhar de fazer a mesma coisa. Questionamentos sobre assuntos necessários à salvação, que sondam a consciência e trazem o homem face a face com Deus frequentemente trazem vida e saúde à alma. Conheço poucas perguntas mais importantes do que essa diante de vocês hoje. VOCÊ CRÊ?

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